Ainda segundo Bernardo, o atraso na entrega de correspondências e encomendas por causa da greve dos funcionários dos Correios poderá prejudicar a imagem da empresa. A determinação é que os serviços essenciais sejam mantidos, mesmo que seja preciso a formar mutirões entre os funcionários.
"Greve é uma coisa absolutamente normal, e temos que encarar como tal. É claro que pode prejudicar a imagem dos Correios, mas temos que trabalhar para resolver isso".
Apesar da paralisação, Bernardo cobrou da direção da empresa que encontre uma forma de entregar as correspondências em tempo hábil. "Mesmo com a greve, temos que manter as atividades essenciais. Eu lembrei ao Wagner [Pinheiro, presidente dos Correios] que temos uma empresa monopolista, então não podemos simplesmente coletar correspondências e engavetar, temos que fazer esforço para entregar".