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Grupo de trabalho buscará soluções para problemas da Cidade Baixa

Moradores debatem com prefeito da Capital questões como balbúrdia, uso de drogas e mau cheiro

Vereador Tarciso fala na reunião
Vereador Tarciso fala na reunião Foto : Fabiano do Amaral
Um grupo de trabalho (GT), coordenado pela prefeitura de Porto Alegre, será constituído para buscar normas de convivência, com respeito às leis do município, entre moradores e comércio do bairro Cidade Baixa. A decisão surgiu da reunião, na noite desta quarta, no Salão Paroquial da Igreja Sagrada Família, entre o prefeito José Fortunati, secretários municipais e representantes do governo do Estado, dos moradores e dos comerciaites da região. Conforme expectativa do prefeito, ainda neste verão será encontrada uma harmonização de interesses.

No encontro promovido pelo presidente da comissão de Educação, Cultura e Esporte da Câmara Municipal, vereador Professor Garcia, foi acertada a composição do GT: prefeitura, Câmara, moradores, comerciantes (bares e restaurantes) e secretaria da Segurança Pública. Quando os nomes dos integrantes do grupo forem definidos, será baixada uma portaria para instalar o GT no Salão Nobre da prefeitura, adiantou Fortunati. "Vamos dar efeito oficial à matéria", disse.

Das 13 intervenções ocorridas na reunião, cinco foram de representações de moradores e as demais - a maioria - de donos de bares e restaurantes. As queixas dos moradores dizem respeito à balbúrdia na região, marcada pela venda de bebidas alcoólicas a menores, uso de drogas e mau cheiro, entre outros problemas. Conforme o prefeito, a fiscalização está agindo. "Há bares que colocam mesas cadeirasonde não podem. Outros tem alvará para fazer alguma coisa e fazem outra".

O importante, na avaliação do prefeito, é o diálogo entre todas as partes ligadas à questão. O conflito, segundo Fortunati, não ajuda o bairro Cidade Baixa. "Todas as queixas apresetnadas serão examinadas. Vamos ver o que é excesso e ver o que pode ser mudado. "O certo é que vamos exigir o cumprimento da lei, mas com diálogo. Há conflito de interesses, entretanto, acima de tudo está a legislação", observou o prefeito.

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