Raposo salientou a disposição do Grupo Record em apoiar insistentemente ações que preguem o fim da intolerância e que fomentem o desenvolvimento social. “A Record sempre vai estar na luta contra a tortura, a desigualdade e a discriminação. São tipos de vírus que não podem infectar a sociedade”, completou Raposo, que ressaltou a comoção causada pela cerimônia.
Raposo afirmou que é preciso cultivar sentimentos fortes contra as condutas alinhadas ao neonazismo ou outros movimentos de pressão. Caso contrário, ele diz que a sociedade acaba se tornando “passiva” e “conivente”.
Tucilho se disse honrado por ter participado da homenagem aos judeus vitimados pelo Holocausto e também defendeu a preservação da memória como método eficaz de evitar a ocorrência de novas atrocidades contra qualquer etnia. “As pessoas não podem esquecer aquilo que aconteceu”, salientou.