A mulher que entrou com a ação foi vítima de um sequestro-relâmpago em março de 2007. Quando colocava as compras no carro, ela foi surpreendida por um homem armado, que a obrigou a entrar em outro veículo onde havia mais três pessoas. Depois, a cliente foi obrigada a entrar numa das agências do HSBC e fazer um empréstimo no valor de R$ 7 mil no caixa eletrônico, além de ter sido forçada entregar a bolsa com todos os pertences.
Inconformado, o hipermercado apelou ao Tribunal de Justiça alegando que não houve falha na prestação do serviço, classificando o episódio como de "força maior". A defesa do complexo ainda apontou que o sequestro-relâmpago não foi culpa do hipermercado e considerou sem cabimento o pagamento de dano moral no caso.