Após o episódio, o homem desceu para a rua e quase foi linchado por populares. Ele foi detido por policiais militares (PMs) e levado à 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana, onde prestou depoimento.
O médico foi autuado por abuso e maus tratos contra animais, previsto no artigo 32 da lei 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), mas foi liberado porque não há prisão em flagrante para este crime. Se condenado, a pena varia de três meses a um ano de prisão, além de multa.
Em depoimento, o médico disse que estava sozinho no apartamento da mãe e que um vulto teria "defenestrado" os cães (defenestrar é atirar algo por uma janela). Na delegacia, parentes afirmaram que o homem sofre de transtornos mentais e depressão há vários anos. Moradores do edifício contaram que a mãe do médico tem um terceiro cachorro, que não estava no apartamento.