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Homem morre atropelado por ônibus na Vila Jardim, em Porto Alegre

Vítima foi identificada como Dinar Goyheneix Gigante Neto, de 35 anos

Homem morreu atropelado por um ônibus na rótula da avenida Nilo Peçanha, com Ipê, Cananéia e Circular
Homem morreu atropelado por um ônibus na rótula da avenida Nilo Peçanha, com Ipê, Cananéia e Circular Foto : Jessica Hubler / Especial CP
Um homem morreu atropelado por um ônibus da linha 620 - Vila Jardim/Iguatemi na tarde desta quarta-feira, entre as avenidas Nilo Peçanha e Ipê, na rótula que dá acesso à rua Cananeia, bairro Vila Jardim, na zona Leste de Porto Alegre.

A vítima foi identificada como Dinar Goyheneix Gigante Neto, de 35 anos que, segundo populares, estava andando de skate na via quando o ônibus o atropelou. Na rótula foi possível observar a presença de um skate quebrado. O acidente ocorreu nas proximidades dos shoppings Iguatemi e Bourbon Country, e acabou causando transtorno no trânsito, que teve trecho da avenida Nilo Peçanha bloqueado no sentido centro/bairro para que a perícia pudesse analisar o local. O motorista do coletivo permaneceu no local após o acidente, mas não quis falar sobre o ocorrido. Conforme o delegado Gabriel Bicca, o condutor do ônibus será encaminhado para a delegacia para prestar depoimento e para registro da ocorrência. Ele também irá realizar exame toxicológico e de embriaguez.

De acordo com o proprietário do o Mercado & Açougue Zanolla, que não quis se identificar, o registro de acidentes na região é muito recorrente. “Tem que botar sinaleira aqui, todo dia tem algum tipo de acidente, ou é atropelamento, ou batida entre carros”, desabafou ele. Segundo o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) de Porto Alegre, Vanderlei Cappellari, existe uma equipe que analisa todos os acidentes com vítima fatal ou com lesão e busca a provável causa do acidente. “O grupo tem dado um resultado muito positivo. Em setembro a redução de acidentes com óbitos é de aproximadamente 20% em relação ao ano passado”, destacou Cappellari. Para modificar uma situação problemática, a EPTC atua com projetos de sinalização, fiscalização ou processo de educação de trânsito.

Cappellari não soube afirmar se há algo pensado para modificar especificamente os problemas da região onde ocorreu o atropelamento.