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Hospitais pedem linha de crédito para reaver valores atrasados do Estado

Objetivo é conseguir R$ 450 milhões com prazo de carência de três anos

Reunião de hospitais e secretário ocorreu na SES
Reunião de hospitais e secretário ocorreu na SES Foto : Andréa Menezes / SES / CP
Diante do grave quadro financeiro do Estado, a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul (Funafir) irá recorrer a linhas de crédito para obter R$ 450 milhões, valor dos repasses do Estado que estão atrasados. A indicativa da solicitação de empréstimo foi definida em reunião de representantes do órgão com o secretário de Saúde do Estado, João Gabbardo.

Conforme a Federação, o financiamento foi apontado pelo Estado como a única alternativa para a crise, a proposta foi apresentada. Ela visa que os hospitais recebam R$ 450 milhões – que é a soma dos valores atrasados de 2014 e cortes de 2015 – com prazo de carência de 36 meses, pagamento em 96 meses com juros e encargos subsidiados pelo Estado. O crédito estaria disponível no BRDE ou no Banrisul.

“Esta não é uma solução para o subfinanciamento, entretanto, sendo viabilizada, permite a busca de melhores condições para a dramática situação que vivemos hoje”, afirma o Presidente da Federação, disse o presidente da Funafir, Francisco Ferrer. Além da falta de repasses, outra alegação das instituições é uma defasagem de 65% entre os gastos dos serviços prestados pelo SUS e os valores pagos por eles.

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O secretário se comprometeu em defender a proposta da linha de crédito. Diante do grave quadro financeiro do Estado, a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul (Funafir) irá recorrer a linhas de crédito para obter R$ 450 milhões, valor dos repasses do Estado que estão atrasados. A indicativa da solicitação de empréstimo foi definida em reunião de representantes do órgão com o secretário de Saúde do Estado, João Gabbardo.

Conforme a Federação, o financiamento foi apontado pelo Estado como a única alternativa para a crise, a proposta foi apresentada. Ela visa que os hospitais recebam R$ 450 milhões – que é a soma dos valores atrasados de 2014 e cortes de 2015 – com prazo de carência de 36 meses, pagamento em 96 meses com juros e encargos subsidiados pelo Estado. O crédito estaria disponível no BRDE ou no Banrisul.

“Esta não é uma solução para o subfinanciamento, entretanto, sendo viabilizada, permite a busca de melhores condições para a dramática situação que vivemos hoje”, afirma o Presidente da Federação, disse o presidente da Funafir, Francisco Ferrer.

O secretário se comprometeu em defender a proposta solicitada. “Os hospitais estão sensíveis ao momento difícil do Estado, e nesta reunião foi possível fortalecer um canal permanente na busca de uma solução conjunta para o setor e, consequentemente, para a garantia de atendimento da população”, afirmou Gabbardo.

Também ficou definido que será elaborado um estudo técnico envolvendo o Departamento de Assistência Ambulatorial e Hospitalar da SES e a Federação dos Hospitais, para discutir propostas e possibilidades de racionalização dos serviços prestados. Para o secretário, o estudo poderá possibilitar a redução de custos sem afetar a população. da. “Os hospitais estão sensíveis ao momento difícil do Estado, e nesta reunião foi possível fortalecer um canal permanente na busca de uma solução conjunta para o setor e, consequentemente, para a garantia de atendimento da população”, afirmou Gabbardo.

Também ficou definido que será elaborado um estudo técnico envolvendo o Departamento de Assistência Ambulatorial e Hospitalar da SES e a Federação dos Hospitais, para discutir propostas e possibilidades de racionalização dos serviços prestados. Para o secretário, o estudo poderá possibilitar a redução de custos sem afetar a população.