O poder público e a Associação Moinhos de Vento ainda não definiram quem vai pagar os funcionários que serão contratados. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a expectativa é de definição dos entraves burocráticos até o fim da próxima semana.
A Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores realizou uma vistoria no local, que já está apto a receber pacientes, segundo o presidente da Cosman, Thiago Duarte. “A emergência, com até 60 leitos de retaguarda estão concluídos, assim como o setor de raio-x. A direção técnica nos relatou que até mesmo a equipe está definida, mas ainda falta a contratação”, destacou.
O contrato entre Ministério da Saúde, Estado e Prefeitura deve ser firmado também na próxima semana. A gerência do Hospital da Restinga cabe ao Moinhos de Vento. A expectativa é de que metade do orçamento seja custeado pela União, 25% pelo Estado e 25% pelo município. A construção da unidade na Restinga foi possível por conta de isenções fiscais ao grupo hospitalar.