A unidade terá 135 leitos e contará com centro cirúrgico, emergência, obstetrícia, entre outros serviços. Segundo ele, o hospital irá suprir uma carência antiga da comunidade. Além disso, um dos diferenciais será que pelo menos 50% dos funcionários deverão ser de moradores. Torelly adiantou que o Moinhos de Vento já formou quatro turmas de técnicos em enfermagem. “São profissionais que estão aptos para começarem a atuar no Hospital”, declarou o superintendente. Atualmente, a unidade contará com seis equipes da saúde da Família, mas esse número deverá aumentar após a abertura.
Os serviços serão totalmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para Torelly, uma das vantagens será a agilidade no atendimento. Ele lembrou que um morador da Restinga que precisasse de um serviço de emergência no Hospital de Pronto Socorro (HPS) demoraria cerca de 30 minutos de deslocamento. “Essa realidade ira acabar”.
Uma das comemorações neste ano para o Hospital Moinhos de Ventos foi o processo de ampliação no número de leitos, que passará de 370 para 500. “Estamos crescendo”, afirmou. Torelly disse que junto com isso aumenta a responsabilidade das operadoras de planos de saúde e convênios, que ao todo, totalizam mais de 100 parcerias. “Nosso desafio é o de beneficiar cada vez mais quem é atendido”.