Hospital de Clínicas começa a sentir os efeitos do desabastecimento. Não estão chegando alimentos, oxigênio e insumos de consumo diário. Estoque de medicamentos também vai começar a ser afetado em breve. — HCPA (@HCPA_) 24 de maio de 2018
Outros hospitais da Capital têm uma situação considerada controlada. Na Santa Casa, localizada no Centro da cidade, a assessoria de imprensa relatou que algumas ações foram tomadas para minimizar possíveis atrasos nas entregas de insumos e de produtos vindos de fornecedores. "As equipes responsáveis estão atentas ao cenário atual, a fim de obter maior celeridade na implantação de ações mitigadoras para garantir o pleno atendimento das necessidades dos pacientes", diz a nota da Santa Casa.
O Grupo Hospitalar Conceição (GHC), responsável pela administração do Cristo Redentor, Fêmina e Conceição, relatou, pela sua assessoria, que os hospitais funcionam normalmente. No entanto, a administração fez uma solicitação para racionar determinados insumos e produtos.
O Hospital de Pronto Socorro relatou que as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tem reserva de gasolina e o estoque de medicamentos tem capacidade para 40 dias. O Hospital da Pontifícia Universidade Católica (PUC) relatou que o atendimento é feito normalmente, sem reflexos causados pela falta de combustíveis em Porto Alegre. O Ernesto Dornelles explicou à reportagem que conta com transportes alternativos para manter o estoque de remédios e insumos, além de garantir a presença de pessoal nas instalações da instituição.
O hospital Moinhos de Vento não atendeu às ligações da reportagem e o Divina Providência ainda não tem um parecer sobre a atual situação da instituição diante dos efeitos da greve dos caminhoneiros.