A Comissão de Controle de Inspeção Hospitalar ( CCIH) da instituição vem monitorando qualquer caso referente a infecção. Segundo a nota do Hospital, atualmente um paciente está em tratamento ambulatorial e não apresenta sintomas de infecção, outro está internado, recebe terapia e está evoluindo de maneira satisfatória.
De acordo com Teixeira, a vítima fatal estava internada há mais de 3 meses, com diversas doenças. Os sintomas gerados pela KPC são os mesmos que ocorrem com a infecção por outras bactérias, podendo afetar sangue, pulmões, urina e trato digestivo.
Na nota, a direção destaca que, ao contrário da gripe A, o risco de contaminação no ambiente domiciliar não existe, já que não é uma doença que se transmita pelo ar e,sim, pelo contato direto dos pacientes contaminados. "A situação é preocupante, mas não é de alarme e nem de pânico", salientou Teixeira.