Segundo o coordenador da linha de atenção à saúde da mulher do Fêmina, Sérgio Galbiski, o mutirão tem como finalidade reduzir o tempo de espera para fazer o procedimento. Esse foi o segundo mutirão promovido pelo hospital. O primeiro foi realizado em setembro e o próximo será em novembro.
Antes de se submeterem à cirurgia, as mulheres precisaram passar por exames clínicos, avaliações psicológicas e por um curso de planejamento familiar. De acordo com o coordenador, essas medidas são importantes para que não haja arrependimentos, já que a cirurgia é irreversível.
“A ideia é que as pacientes tenham certeza de não querem mais ter filhos e que saibam administrar essa situação internamente. Esse não é um método de anticoncepção temporário, mas definitivo”, destacou ele. A laqueadura também é aconselhada às mulheres que não conseguiram se adaptar a outros métodos de anticoncepção.