Todos os pacientes que podem ter sido infectados pela superbactéria estão em alas isoladas e com visitas restritas. A paciente contaminada seria uma mulher que está internada há mais de um mês por doença crônica. Ela estaria com baixa imunidade, de acordo com Teixeira. A comissão de controle de infecção do Hospital Universitário se reúne às 14h para avaliar a situação.
A superbactéria KPC
A KPC (Klebsiella pneumoniae Carbapenemase) pode ser transmitida em hospitais e a disseminação ocorre mais facilmente pela falta de higiene. A contaminação pode causar pneumonia, infecções sanguíneas, em feridas cirúrgicas, no trato urinário e enfermidades que podem evoluir para um quadro de infecção generalizada e até matar.
As pessoas que estão mais expostas a contrair a superbactéria são crianças, idosos, pessoas debilitadas, com doenças crônicas e imunidade baixa ou submetidas a longos períodos de internação hospitalar.
Os primeiros relatos da superbactéria KPC ocorreu no início do ano de 2000 nos Estados Unidos. No Brasil, o primeiro caso foi diagnosticado em 2005, em Recife (PE).