No entanto, a Celsp condicionou que do total de leitos, apenas 60%, ou 57 leitos, sejam destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS). “Para que 100% dos leitos sejam destinados aos SUS, em um primeiro momento seriam necessários mais R$ 500 mil por mês, além dos R$ 700 mil assegurados pelas secretarias de Saúde do Estado e da prefeitura”, disse o diretor do Departamento de Saúde da Celsp, Jorge Zanata.
A Celsp quer reabrir os hospitais nos moldes de abril de 2009: Independência, com 40% destinado a convênios, e Luterano, privado. A decisão desagradou aos representantes das entidades, que lutam por 217 leitos para o SUS. Nesta sexta, às 15h, uma reunião com o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, em Porto Alegre, deverá definir a questão.