Na ocasião, manifestantes protestavam contra a cedência de espaços públicos a multinacionais. Alguns atacaram o boneco símbolo da Copa do Mundo, murchando o tatu inflável de sete metros de altura instalado no local. A Brigada Militar revidou com gás de efeito moral, balas de borracha, gás lacrimogênio, além de cassetetes. Diversas pessoas ficaram feridas. O Ato em Defesa da Alegria (ADA) foi organizado via internet por um grupo que tinha a intenção de protestar contra o cercamento do Auditório Araújo Vianna, no Parque da Redenção, e contra as parcerias público-privadas (PPPs) firmadas pela Prefeitura de Porto Alegre, incluindo a que permitiu instalar chafarizes no Largo Glênio Peres.
O relatório produzido pela Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública já está na mesa do governador Tarso Genro. Nesta quarta-feira, o documento foi encaminhado à Polícia Civil, ao Comitê Estadual Contra a Tortura, ao Ministério Público Estadual e a outros órgãos de defesa dos direitos humanos. O Inquérito Policial Militar aberto pela Brigada Militar ainda não foi concluído.
Com informações do repórter Jimmy Azevedo