A análise feita pelo Ibama mostrou falhas no cumprimento do Plano de Emergência Individual (PEI) aprovado no licenciamento ambiental da atividade de exploração e extração de petróleo. Entre as falhas observadas estão a ausência de equipamentos nas embarcações de emergência e a demora no atendimento inicial ao vazamento.
Foi a segunda multa que o Ibama aplicou à empresa por conta do dano ambiental. A primeira, de R$ 50 milhões, foi emitida em 21 de novembro em função do lançamento de petróleo no mar, propriamente.
A companhia também foi indiciada pela Polícia Federal, com a empresa Transocean e outras 17 pessoas físicas. Os envolvidos podem pegar até 14 anos de prisão pelo crime ambiental.