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Igreja acredita que pichações causaram dano permanente na Catedral Metropolitana

Local foi pichado durante protesto da última quinta-feira

As pichações realizadas na pedra utilizada na parede da Catedral de Porto Alegre são permanentes. A afirmação é do padre Gustavo Hass, pároco do local. O vandalismo ocorreu na última quinta-feira, quando manifestantes arremessaram pedras e picharam dois bancos, o Museu Júlio de Castilhos e a Catedral. Eles protestavam contra o governo Tarso Genro, que completou mil dias. O protesto foi organizado através das redes sociais pelo Bloco de Luta pelo Transporte Público.

Além da pichação, os vândalos quebraram vidros e vitrais. O pároco disse que o valor desses objetos ainda não foi estimado. Ele será arcado pelos fiéis que frequentam a igreja. Hass afirmou que as paredes da Catedral são de arenito. O material absorve a tinta da pichação e isso dificultou a limpeza. Foram utilizados diversos produtos de limpeza na tentativa de limpeza, que é impossível ser total.

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