“Com toda a certeza o aparelho trouxe benefícios para o local, por aumentar em 50% as possibilidades de voos em condições diversas”, destaca o diretor da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Pucrs, Elones Ribeiro.
Com a categoria anterior, era possível operar com 800 metros de visibilidade horizontal e 60 metros de teto, com o ILS 2 a visibilidade pode reduzir a 400 metros e o teto a 30 metros. No entanto, pelas condições adversas do Estado, Ribeiro acredita que o ideal seria atuar na categoria ILS 3, que conta com três classificações. No Brasil, apenas o Aeroporto Internacional Afonso Pena, de Curitiba, no Paraná, conta com esse equipamento desde maio deste ano.
“A categoria três possibilitaria pousos e decolagens com 175 metros de visibilidade horizontal e sem teto. O que seria ideal para o extremo sul”, afirma o diretor.
No entanto, a tecnologia é mais cara que a atual. Até o início da noite desta segunda-feira a Infraero não se manifestou quanto ao assunto.