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Implantação do ponto eletrônico emperra negociação com servidores da Saúde

Funcionários, que estão em greve há oito dias, realizam assembleia geral nesta terça<br />

Paralisação atinge postos da Capital
Paralisação atinge postos da Capital Foto : Vinicius Roratto
A implantação do ponto eletrônico permanece como centro das discussões dos servidores da rede básica de saúde municipal, que estão parados há oito dias. Eles realizaram um ato em frente à prefeitura da Capital, nessa segunda-feira, na tentativa de conseguir uma audiência com o prefeito José Fortunati.

De acordo com o diretor do Simpa, Raul Giacobone, a entidade espera avanço nas negociações até às 14h desta terça-feira, quando a categoria realiza assembleia geral no Clube do Comércio para decidir os próximos rumos do movimento. Mesmo com a liminar judicial determinando o retorno ao trabalho de 50% dos servidores das Unidades Básicas de Saúde (UBS), Giacobone disse que "quem aderiu à paralisação não voltou ao trabalho" nessa segunda. A greve, que não inclui os médicos, atingia na sexta-feira, data da liminar, cerca de 60% dos 3,5 mil funcionários que trabalham nos 65 postos de saúde da Capital.

O secretário municipal de Governança Local, Cézar Busatto, afirmou que o município encerrou qualquer possibilidade de negociação, ao encaminhar a oficialização do corte do ponto para os grevistas. "Encerramos as negociações. Já encaminhamos o projeto de lei para a Câmara de Vereadores e qualquer discussão deve ser feita lá", disse.

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