Moradores de rua que haviam ocupado o espaço tiveram de ser retirados, o que atrasou o início do trabalho e gerou repercussão junto ao Ministério Público. O novo prédio vai funcionar como centro de experimentação e pesquisa cênica, além de abrigar uma escola de teatro popular. O prédio deve ter três andares e 1,7 mil metros quadrados de área, com espaço para pesquisa teatral do grupo, salas de aula, biblioteca, centro de referência do teatro popular, sala de exposição, sala de projeção e local para o acervo da Terreira da Tribo.
A empresa vencedora da licitação pública para a construção foi a 5S Arquitetura e Design. O projeto do prédio é de autoria dos arquitetos Michele Raimann, Genoveva Ost Scherer e Roberto Passos Nehme. A Prefeitura ofereceu o terreno ao grupo, ainda em março de 2008, em regime de comodato.