De acordo com o 1º sargento do 6º Grupamento dos Bombeiros, Gustavo Henkes, o trabalho foi demorado porque tinha muito material combustível. Além disso, quase não havia aberturas para a saída da fumaça, que rapidamente tomou conta do edifício. Em função da baixa visibilidade, também ficou difícil acessar os demais andares.
O sargento explicou que as chamas atingiram principalmente o térreo, onde ficam os caixas. Foram necessários 2 mil litros de água, além de extintores, para controlar o fogo. Tudo indica, segundo Henkes, que o incêndio teve origem com um curto-circuito, mas somente a perícia vai determinar as causas.
Como a agência fica na rua Júlio de Castilhos, no Centro da cidade, o incêndio reuniu muitos curiosos. Os bombeiros contaram com a ajuda da corporação de Vera Cruz, município vizinho.
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