O delegado penitenciário da região, José Marlei Frighetto, garantiu que o fogo não chegou perto de celas e nem das unidades administrativas do presídio, tanto que as visitas ocorreram normalmente, mas os bombeiros tiveram de ser acionados para combater as chamas.
Segundo ele, técnicos da RGE trabalharam o dia todo para solucionar o problema, mas de forma provisória. Frighetto estima que seja necessário substituir toda a rede elétrica do prédio, construído há cerca de 34 anos, além de alguns transformadores e a caixa de distribuição de energia. Para tanto, o setor de engenharia da Susepe foi acionado e deve definir, nesta segunda-feira, as medidas necessárias, já que há risco de novos curto-circuitos.
O delegado contou que também acionou agentes para reforçar a segurança do presídio. De acordo com ele, as prováveis causas do curto circuito foram o excesso de umidade e infiltração de água devido ao grande volume de chuva registrados na cidade nas últimas horas.