"O quartel do bairro fica bem próximo do local do incêndio. Tivemos problemas no trânsito, mas a informação que eu tenho é que o socorro levou oito minutos para chegar. É natural a dificuldade inicial para conseguir água. É necessário localizar hidrantes urbanos e fazer a conexão das mangueiras. Mas não houve nenhum problema".
Simões informou ainda que o trabalho de rescaldo pode levar até 72 horas. O coronel disse que entrará em contato com a Prefeitura do Rio para que o trânsito na Avenida Nossa Senhora de Copacabana seja liberado o quanto antes.
De acordo com Simões, técnicos da Defesa Civil constataram que os prédios contíguos a loja que pegou fogo não tiveram estruturas abaladas. "Apenas o mezanino do prédio atingido (que tem dois andares) corre risco de desabar. Somente a perícia vai poder apontar a causa do incêndio", disse.
Ele minimizou as cobranças feitas por comerciantes de Copacabana por maior fiscalização das lojas do bairro. "O importante é descobrir se a loja cumpria a legislação de prevenção de incêndios, e não se o bombeiro fez ou não vistorias no local", disse. Cerca de cem homens dos bombeiros participam do combate às chamas. Ainda é grande a quantidade de fumaça negra que sai do local.
O edifício, localizado na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, altura do número 616, começou a pegar fogo por volta das 9h30, quando o estabelecimento estava em funcionamento.
Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Defesa Civil foram ao local para conter as chamas. O fogo não atingiu as casas vizinhas, isoladas por medida de segurança.