Conforme Bittencourt, dois soldados que trabalhavam no combate às chamas no bairro São Cristóvão, foram levados pela Brigada Militar de volta para o quartel, onde pegaram um caminhão-tanque reserva, com 13 mil litros de água, e deslocaram-se para o incêndio no clube. Assim que o primeiro incêndio foi controlado, outros veículos dos bombeiros também foram auxiliar no combate às chamas no clube. O clube possui Plano de Prevenção contra Incêndio.
“Estava tudo regularizado. O alvará foi renovado até o dia 4 de julho de 2013. No dia 4 de julho deste ano foi feita vistoria de tudo. Os extintores também estavam regularizados.”, disse o major Alexandre Bittencou. O comandante disse ainda pelo “levantamento testemunhal no local, o princípio do incêndio ocorreu em exaustores localizados no teto” do clube. Ele observou que a construção tinha toda a sua estrutura interna em madeira, do piso ao forro.
Família fazia festa no clube
O Central Club, localizado na esquina das ruas Tôrres Gonçalves com Severiano de Almeida, é usado há anos como boate e realização de eventos festivos Neste domingo, ao meio-dia, abrigava uma festa de família, do próprio locatário da casa, Fernando Luis Sarginski. De acordo com ele, cerca de 60 pessoas almoçaram no local. Quando o incêndio foi percebido, por volta das 14h30min, a metade já tinha deixado o clube.
“O fogo começou no teto, em um exaustor, no fundo do prédio. Subi com um extintor e apaguei o fogo. Desci, peguei outro extintor e voltei com um primo também com um extintor. O fogo também tinha voltado. Apagamos de novo, mas o fogo logo reanimou. Neste tempo levamos 15 minutos para retirar a aparelhagem de som. Resolvemos deixar o prédio com medo que o teto desabasse”, explicou Fernando Sarginski.