“Vamos levar em consideração o melhor custo benefício”, destacou o secretário Mauro Zacher. Segundo ele, a reabertura e a instalação do telhado com segurança, depende de um diagnóstico da estrutura. Por isso, está sendo complexo a escolha por uma cobertura permanente ou definitiva. “Os técnicos estão divididos. Trabalhamos com dois modelos de provisória”, destacou.
Ainda não se tem uma estimativa do custo e tempo para instalação do telhado, mas os recursos para financiar a obra deverão sair do seguro. “Vamos cobrar da seguradora”, resumiu Zacher.
Sobre a possibilidade de se usar os armazéns do Cais do Porto para abrigar algumas bancas do Mercado, enquanto ele estará sendo reformado, está descartada. O secretário municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), Humberto Goulart, disse que isso não chegou a ser discutido. O gabinete do vice-prefeito Sebastião Melo, que tem concentrados algumas ações para o funcionamento do prédio, informou que alternativa demandaria muita estrutura paralela.