Espera-se, contudo, que as águas do Pacífico aqueçam, inclusive podendo atingir o patamar até de El Niño, mas sem forte intensidade. Esta gradual transição pode levar a um inverno de extremos e não de frio constante e regular. A nova estação tende a alternar episódios de temperatura baixa com períodos quentes, agravando o risco de tempestades severas. Análogos como 1955, 1971, 1996, 1999 e 2008 sugerem eventos extremos de frio.
A grande variação térmica deve resultar em episódios de dias quentes, até de forte calor, sobretudo entre agosto e setembro. A chuva tende a aumentar durante o inverno e podem ocorrer eventos de precipitação excessiva, não se descartando cheias de rios, o que deve aliviar o déficit hídrico em Bagé.