Eles estavam na lista de presos enviada pela administração prisional com direito a saída temporária e que foram autorizados pela juíza Wania Regina Gonçalves da Cunha. À época do crime, Daniel era namorado de Suzanne e os pais dela, Manfred e Marísia Richthofen, eram contra o namoro.
O crime aconteceu na casa da família, na zona sul de São Paulo. Após o assassinato, os três foram presos e levados a júri popular, em 2006. Suzanne continua em regime fechado e já teve pedidos de progressão de regime negados. Os irmãos tiveram a progressão para o semiaberto em fevereiro.