O jovem garante ter sido capturado por ter se posicionado à frente da tropa da Brigada Militar (BM) na avenida Ipiranga, ao lado do colégio Protásio Alves. “Eu tinha o direito de ficar ali”, resumiu. De acordo com ele, brigadianos pegaram pedras do chão e um pedaço de pau para, com isso, incriminá-lo, afirmando que o material foi usado em atos de vandalismo.
O estudante contou ter sido agredido física e psicologicamente por policiais militares. Ele foi autorizado a deixar o Central e responder ao processo em liberdade, desde que não participe de novas manifestações. Sempre que há protesto na Capital, ele se apresenta no 1º Batalhão da BM, onde fica das 17h até por volta da 1h da madrugada.
Depois do protesto da segunda-feira, a Defensoria Pública afirmou estar atenta a possíveis abusos da BM. O comando da corporação também garantiu que atos que fogem aos limites não serão tolerados.