As duas são acusadas de abuso de autoridade, maus tratos e uso indevido da estrutura do Conselho Tutelar para fins particulares. Diante das denúncias, a promotora ajuizou uma ação cível pública pedindo o afastamento das conselheiras, mas em primeira instância a Justiça de Passo Fundo negou o pedido. Com isso, a promotora entrou com recurso de agravo de instrumento com pedido de liminar no Tribunal de Justiça do Estado. O Tribunal acolheu o recurso determinando o afastamento imediato das conselheiras.
O município de Passo Fundo foi notificado ontem à tarde da decisão e nesta quinta-feira deve afastar as duas conselheiras. O procurador geral do município, Euclides Ferreira, disse que os suplentes devem ser convocados para assumir o lugar das conselheiras afastadas. As conselheiras ainda poderão entrar com recurso, mas isso não suspende os efeitos do agravo.