A mulher afirmou não ter condições de cuidar do filho. O Conselho Tutelar foi procurado e autorizou a dupla a permanecer com o menino, devido às más condições de saúde e higiene que apresentava. A mulher teve de assinar um termo de entrega.
Uma ação para a adoção cumulativa com destituição do poder familiar foi proposta pela Promotoria da Infância e Juventude, para que a criança possa se tornar oficialmente filha do casal, que vive em união estável há oito anos.