A liberdade foi concedida mediante o compromisso dela pagar e apresentar o comprovante da fiança de 25 salários mínimos nacional ( valor de R$ 16.950) em 24 horas.
Entre os papeis removidos, havia comprovantes de compra de remédios e encaminhamento de pacientes para cirurgias. Segundo o promotor Luciano Gallicchio, indícios de supostas irregularidades podem estar por trás do plano frustrado de incineração. “Ela estava de saída e são documentos que podem comprovar alguma ilegalidade na pasta. Até porque sabemos que a nova administração pode resolver fazer uma averiguação e encontrar algo ilícito”, sustenta.
Solange foi nomeada recentemente pelo presidente da Câmara de Vereadores, Juvadir Pinheiro (PP), que assumiu o Executivo depois que Marcelo Essvein (PDT) teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral por abuso de poder econômico e político. No domingo passado, o município da região Carbonífera passou por eleição suplementar. Mauro Poeta (PMDB) venceu a eleição e toma posse nos próximos dias.