O Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (Inga) e a ONG União pela Vida (UPV) questionaram, na ação acolhida pelo TRF, o local escolhido para a obra. Já a Prefeitura sustenta que R$ 140 milhões dos R$ 208 milhões do orçamento da barrragem já foram empregados – mais de 60% do previsto, impedindo o recomeço da obra em outro lugar.
Para a desembargadora federal Marga Barth Tessler, que preside do TRF e que relatou o processo, não ficou claro em que estágio está a construção da barragem, nem ficou provado que ela não possa ser construída em um outro terreno. A represa Marrecas está sendo erguida em Vila Seca desde o início de 2010.