"Ao inquérito encaminhado ao Ministério Público e à Justiça foram anexadas fotos que mostram o suspeito em várias situações: armado com pedaço de ferro na mão, em luta corporal com outros homens e também afrontando policiais militares a cavalo que faziam a proteção do prédio", diz a nota. O administrador foi indiciado pelos crimes de lesão corporal, ameaça, dano ao patrimônio, incitação ao crime e formação de quadrilha.
Segundo a Polícia Civil, na noite de sábado,acompanhado de seis advogados, ele prestou depoimento e disse que se envolveu em brigas para se defender. A nota informa que este foi o sétimo pedido de prisão temporária negado pela Justiça desde quarta-feira, 19. O único pedido concedido foi o de um jovem de 21 anos por participação nos atos de vandalismo durante a manifestação de segunda. Ele teve a prisão decretada por formação de quadrilha e dano ao patrimônio depois de ser identificado quando, segundo a polícia, tentava invadir o prédio da Assembleia Legislativa.