Os advogados dos comerciantes inadimplentes que trabalham no Centro Popular de Compras (CPC) tentam hoje, novamente, suspender a ordem de despejo do prédio. O representante da categoria, Juliano Fripp informou que os advogados ingressaram no Tribunal de Justiça (TJ) com agravo de instrumento para evitar o despejo. A Justiça não acatou a liminar. Nesta segunda-feira, a Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) enviou um aviso de encerramento de atividades para 13 lojas do camelódromo por inadimplência. Os comerciantes têm até o dia 8 de março para regularizar a situação.
De acordo com o titular da Smic, Idenir Cecchin, os 13 estabelecimentos foram autuados por inadimplência total, pois nunca efetuaram pagamento do aluguel desde a inauguração do centro. “Temos que ter respeito pelos mais de 700 comerciantes populares que estão em dia e pela maioria que trabalha e cumpre seus compromissos”, explicou. Cecchin completa que outras três lojas foram fechadas nesta semana após denúncia do Ministério Público de sublocação - prática proibida no camelódromo.
Terminado o prazo de regularização, os lojistas que não acertarem as dívidas serão despejados. Segundo a Smic, as vagas serão preenchidas por suplentes.
Justiça rejeita liminar de lojistas para evitar despejo do camelódromo
Smic notificou comerciantes por inadimplência