A autora, que na época estava grávida, teria se desesperado com a possibilidade de transmitir a doença para o filho e culpado o marido pela suposta contaminação. A amostra de sangue dela havia sido trocada com a de outra pessoa, soropositivo.
O Laboratório Diagnósticos, réu no processo, apelou ao Tribunal de Justiça alegando que a autora tirara conclusões equivocadas dos exames. Sustentou ainda que constava no laudo advertência sobre a necessidade de repetição do exame e de entrega do mesmo ao médico.