O coordenador da CGVS, Anderson Lima, explicou que, após as denúncias, a Vigilância e o MP foram até o hospital e encontraram diversas irregularidades. “Flagramos uma cirurgia ilegal ocorrendo no local, que não tem, há bastante tempo, as licenças de operação necessárias para um hospital. Faltam documentos, corpo clínico, responsável técnico junto ao Conselho Regional de Medicina (Cremers) e uma série de outras exigências” enfatizou Lima.
A Vigilância teve dificuldades de acessar as dependências do Hospital Petrópolis e, por essa razão, foi solicitado o apoio da Brigada Militar.