Com isso, outros bairros devem ser contemplados com a nova medida: Rio Branco, Bela Vista, Petrópolis, Mon’t Serrat, Auxiliadora, São João e Menino Deus. Conforme o prefeito José Fortunati, as áreas são escolhidas com base em um cálculo de densidade populacional. “Nós gradativamente estamos indo aos bairros da cidade onde essa densidade é maior, então gradativamente vamos ir à periferia, de acordo com as pernas que a prefeitura tem”, explicou Fortunati.
Entretanto, ainda é impossível dizer quando todos os bairros da Capital terão a coleta mecanizada de lixo. “Nesse momento, pelas dificuldades financeiras que a cidade está enfrentando, é impossível projetar o futuro. Eu estaria sendo irresponsável se anunciasse qualquer calendário”.
Este é um dos cinco editais que integram a nova modelagem de limpeza urbana da Capital, lançada em maio, para qualificar a prestação dos serviços. Os outros quatro editais devem ser publicados assim que os contratos vigentes forem encerrados – o primeiro deles, de coleta domiciliar, vence em dezembro deste ano. “Os novos contratos permanentes custarão R$ 330 milhões, cerca de 20% menos do que os anteriores por não incluírem a contratação de caminhões complementares para a coleta regular”, destacou o diretor-geral do DMLU, André Carús.
A licitação para duplicar o número de contêineres de lixo orgânico em Porto Alegre vai custar, no máximo, R$ 14,6 milhões aos cofres públicos. A empresa que vencer o certame vai operar por dois anos. A previsão é de que o resultado seja divulgado em seis meses.
Com informações do repórter Gabriel Jacobsen