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Leilão de Libras é alvo de protesto em Porto Alegre

Reserva de petróleo tem patrimônio estimado em 1,5 trilhão de dólares

Reserva de petróleo tem patrimônio estimado em 1,5 trilhão de dólares
Reserva de petróleo tem patrimônio estimado em 1,5 trilhão de dólares Foto : André Ávila
O leilão do Campo de Libra – principal reserva de petróleo e gás já descoberta no país –, na Bacia de Santos (RJ), marcado para o dia 21 de outubro, motivou protestos nesta quinta em Porto Alegre. De acordo com um dos dirigentes da Central Sindical e Popular - Coordenação Nacional de Lutas (CSP-Conlutas), Érico Corrêa, o objetivo era denunciar a “privatização do petróleo nacional”. “Nossa Central está nessa jornada de mobilizações para barrar a entrega das reservas brasileiras de pré-sal”, justificou.

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Ele avalia que é preciso convergir todos os movimentos sociais para a luta contra a privatização desse recurso natural estratégico. Lembrou que manifestações semelhantes ocorreram nas principais capitais do país. Na capital gaúcha, os manifestantes partiram da avenida Alberto Bins e seguiram em passeata até a Praça da Alfândega, onde há uma réplica de um torre de petróleo - monumento colocado pelo Centro Acadêmico André da Rocha (CAAR) e pelo Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, em1963, por ocasião das comemorações dos 10 anos da promulgação da lei federal que instituiu o monopólio do petróleo pela União e criou a Petrobras.

Após um ato simbólico no local, seguiram para a Esquina Democrática, onde distribuíram manifestos pedindo a suspensão imediata do leilão, a estatização por completo da Petrobras, soberania energética e destinação de recursos do pré-sal para investimento em saúde, educação, saneamento básico e desenvolvimento social. Eles também pedem mudança na lei do petróleo. O Campo de Libra dispõe de reservas entre 12 e 15 bilhões de barris, um patrimônio estimado em 1,5 trilhão de dólares.


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