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Ele avalia que é preciso convergir todos os movimentos sociais para a luta contra a privatização desse recurso natural estratégico. Lembrou que manifestações semelhantes ocorreram nas principais capitais do país. Na capital gaúcha, os manifestantes partiram da avenida Alberto Bins e seguiram em passeata até a Praça da Alfândega, onde há uma réplica de um torre de petróleo - monumento colocado pelo Centro Acadêmico André da Rocha (CAAR) e pelo Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, em1963, por ocasião das comemorações dos 10 anos da promulgação da lei federal que instituiu o monopólio do petróleo pela União e criou a Petrobras.
Após um ato simbólico no local, seguiram para a Esquina Democrática, onde distribuíram manifestos pedindo a suspensão imediata do leilão, a estatização por completo da Petrobras, soberania energética e destinação de recursos do pré-sal para investimento em saúde, educação, saneamento básico e desenvolvimento social. Eles também pedem mudança na lei do petróleo. O Campo de Libra dispõe de reservas entre 12 e 15 bilhões de barris, um patrimônio estimado em 1,5 trilhão de dólares.