De acordo com o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), a cidade enfrentou dificuldades por causa da greve geral e da falta de transporte coletivo. “A cidade não foi limpa completamente. Atingimos cerca de 90% do atendimento na coleta domiciliar. Nossa varrição foi a mais atingida, porque muitos trabalhadores da Cootravipa moram fora de Porto Alegre”, disse o diretor da Divisão de Limpeza e Coleta (DLC), Rodrigo Chies.
Chies comentou que todos os serviços foram retomados e que a cidade sofre com o descarte irregular de lixo em toda sua extensão. “O DMLU tem um prejuízo de R$ 1 milhão por mês com a retirada de focos de lixo. São 9 mil toneladas de entulho, material reciclável, móveis e lixo que retiramos desses lugares. Nas vilas, temos o Programa Bota-Fora, onde agendamos o recolhimento de todo o tipo de sujeira”, informou.
O Bota-Fora recolheu 1.730 toneladas de resíduos inservíveis, encaminhados ao aterro sanitário em 2012. Isso significou um acréscimo de 3% de entulhos recolhidos, em relação ao ano anterior. O custo médio, porém, caiu. Em 2012 foi de R$ 1.186,00 por comunidade, 9% menos do que em 2011.