Com 850 toneladas de lixo domiciliar acumuladas em bairros de São Leopoldo desde o dia 10 de abril e sem expectativa de retomada dos serviços de coleta pela SL Ambiental, o prefeito em exercício Daniel Daudt Schaefer decretou nessa quarta situação de emergência no município. No mesmo dia, a Justiça negou recurso da empresa para derrubar a liminar de obrigatoriedade do serviço e aplicação de multa diária de R$ 50 mil, conforme decisão da 2ª Vara Cível da cidade de 2014.
“Diante da ocorrência de acúmulo de resíduos domésticos em bairros de toda a cidade, situação provocada pela ausência do recolhimento desde 10 de abril, além da desguarnição da limpeza urbana desde 8 de abril, o decreto de situação de emergência, neste momento, torna-se a medida acertada”, afirmou Schaefer. Ele acrescenta que o comprometimento da prefeitura em restabelecer em 100% a coleta dos resíduos domiciliares até o fim de semana está mantido.
A SL Ambiental deixou de realizar os serviços devido à paralisação dos funcionários por atraso no pagamento nos salários. A empresa alega dificuldades financeiras causada por dívidas da prefeitura. A reportagem tentou contato com a SL Ambiental, mas não obteve retorno.
Lixo acumulado leva prefeitura a decretar emergência em São Leopoldo
SL Ambiental deixou de realizar os serviços devido à paralisação dos funcionários por atraso no pagamento