No modelo atual, cada veículo tem uma permissão. De acordo com o gerente-executivo da Associação dos Transportadores de Passageiros por Lotação (ATL), Rogério Lago, o modelo de consórcio será semelhante ao aplicado no transporte coletivo de ônibus da Capital.
"Queremos, até o final do ano, finalizar o consórcio para que tenhamos uma frota reserva operacional. Atualmente, precisamos deslocar o carro de uma linha para outra, quando ocorre qualquer tipo de imprevisto. É inevitável que em alguma ponta existam problemas", declarou Lago.
Diferentemente dos ônibus, as lotações não possuem horários fixos de funcionamento. Somente o primeiro e o último horário precisam ser cumpridos.
Conforme o coordenador de fiscalização de transportes da EPTC, Antonio Bernardes, os agentes costumam verificar periodicamente o cumprimento de horário das linhas de lotação.
Pelo tamanho da frota, é impossível estar confirmando sempre como os horários estão sendo cumpridos, afirma Bernardes. Linhas mais longas, como a que atende a Lomba do Pinheiro ou Ipanema, demandam maior atenção, esclarece o coordenador.
"Mensalmente, nossos técnicos fazem relatórios que permitem verificar a demanda de horários e passageiros em uma determinada linha. A partir deste trabalho, sugerimos alterações na frota ou nos horários", explicou Bernardes.