Lula relatou que pediu ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, e do Planejamento, Paulo Bernardo, para buscarem entendimento. "Eu conversei ontem com os ministros Jobim e Paulo Bernardo para que conversassem com as empresas e trabalhadores, para que não abusassem da paciência dos brasileiros", afirmou.
O presidente ressaltou que sempre defendeu o direito de greve, mas que, neste caso, uma eventual paralisação do setor aéreo atingirá as pessoas comuns. "O que não pode é o povo sofrer os atos inconsequentes de uma má negociação", disse. "Espero que haja, e tenho certeza de que haverá, maturidade por parte de empresários e trabalhadores."