À noite, uma reunião decide se haverá vistoria do Conselho Regional de Medicina ao hospital - solicitada na última semana -, seguida de assembleia, no anfiteatro do Centenário para definir os rumos da paralisação. Até o momento, não há respostas da prefeitura sobre possíveis contratações.
A preocupação agora é com os atendimentos no período final do ano, quando aumenta a demanda no único hospital de São Leopoldo. As entidades temem pelas condições de atendimento no Pronto Socorro e demais áreas. Há falta de médicos para completar escalas, com maior carência de pediatras, clínicos e traumatologistas.
Os profissionais do Centenário buscam equiparação de salários ao quadro do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que elevaria a remuneração de R$ 2,7 mil para R$ 3,8 mil mensais.