A diretora do Simers, Clarissa Bassin, conta que o diretor clínico do hospital, que não representa a direção e que é apenas um representante dos médicos, assumiu a UTI nesse sábado. A direção da instituição, o secretário de Saúde e o prefeito não foram localizados. Para Clarissa, isso demonstra o descaso da prefeitura com a saúde dos contribuintes e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Na última sexta-feira, o 34° profissional pediu demissão.
Para o Simers, a situação alcança um nível insuportável e com risco à vida de pacientes do SUS. Durante a greve, será assegurado atendimento de casos graves, com risco de morte, além de partos e cirurgias de urgência. Pela legislação, deve ser garantido pelo menos 30% da assistência.