Em sua chegada ao porto e a pedido do capitão do navio cinco tripulantes foram desembarcados e levados a um hospital particular para serem atendidos por um pneumologista, disse à AFP o responsável pelas relações públicas da Marinha uruguaia, capitão Sergio Bique. O diagnóstico médico será posteriormente "transmitido ao setor sanitário marítimo para que sejam tomadas as devidas precauções", explicou, acrescentando que "toda a atuação do ponto de vista sanitário será transmitida à autoridade sanitária argentina, assim como o Brasil fez com o Uruguai".
Ao chegar ao porto, o cruzeiro foi inspecionado por uma equipe de saúde marítima, que o autorizou a operar de forma normal e a desembarcar os 1.000 tripulantes e 2.500 passageiros, disse Bique. Já o diretor de saúde do Uruguai, Yamandú Bermúdez, indicou à rádio Carve que "não havia nenhum elemento que justificasse a impossibilidade de que" os passageiros saíssem para percorrer a cidade.
Bermúdez indicou que, além da tripulante falecida em Santos, outros cinco membros da tripulação ficaram internados "sem gravidade fora da embarcação em Santos e dois permaneceram a bordo com isolamento na cabine".