Conforme o empresário Aderbal Ferreira, uma das primeiras ações da entidade é dar respaldo psicológico para os associados. Da polícia e judiciário, a entidade promete cobrar trabalho sério para a apuração dos responsáveis. Além disso, o grupo irá estudar com a assessoria jurídica o valor das indenizações que serão requisitadas na Justiça dos responsáveis pelo incêndio.
"Não queremos vingança, mas justiça", disse Ferreira, que perdeu a filha de 22 anos na tragédia. A vítima cursava o 7º semestre do curso de Psicologia.