Na quarta-feira, os policiais federais do Estado se reúnem na sede da PFl na Capital para avaliar os rumos da paralisação, que prejudica ainda outros serviços executados pela corporação, como oitivas, registro de porte de arma, atendimento a estrangeiros, controle de empresas de vigilância e de produtos químicos.
Na quinta-feira, operações-padrão causaram problemas nas fronteiras gaúchas e no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, onde filas foram registradas pela manhã e à tarde no setor de embarque. As medidas foram suspensas após proibição do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Os policiais federais querem reestruturação de carreira através de uma lei. Isso porque muitos agentes exercem funções de alta complexidade e não recebem salário correspondente. A remuneração dos agentes, escrivães e papiloscopistas varia de R$ 7 mil a R$ 11 mil. Se for enquadrada ao patamar de outras categorias do serviço público federal, o teto pode chegar a R$ 13 mil.
O Ministério do Planejamento disse que vai apresentar na terça-feira, dia 21 de agosto, às 20h, uma contraproposta às reivindicações dos policiais em greve.