Uma vistoria deve ser realizada nesta quarta-feira, caso não chova. Em princípio, o DEP informou, mais uma vez, que houve um rompimento em uma rede auxiliar do conduto Álvaro Chaves. "Achamos que não é um problema que afete a rede principal do conduto. Qualquer fissura no tubo por onde passa a água, que seja decorrente de pressão excessiva, pode fazer com que a areia do aterramento cause um afundamento do asfalto", ressaltou a diretora-geral adjunta do DEP, Denise Cantarutti. Num primeiro momento, ela descartou problemas com a restauração recente realizada no Conduto.
Em fevereiro, um buraco havia se formado no asfalto na rua Coronel Bordini, após uma chuva forte, depois que a estrutura principal do Conduto cedeu. O pavimento afundou e a recuperação levou oito meses para ser concluída. O consórcio PMR, que construiu a obra, se responsabilizou pelos reparos, já que a estrutura segue no prazo de garantia.
O DEP prevê uma revisão completa do conduto desde que a recuperação foi concluída. Uma empresa especializada deve ser contratada para realizar o serviço. A vistoria deve durar 60 dias e custar entre R$ 140 mil e R$ 150 mil, pagos pela Prefeitura.
Alternativa
A orientação aos motoristas, principalmente nos horários de pico, é evitar a Dr. Timóteo, sujeita a congestionamentos no trecho entre a Marquês do Pombal e a Tobias da Silva, enquanto o conserto não for finalizado. A rua Ramiro Barcelos é a melhor alternativa, segundo a EPTC, para deslocamento na região.