“Vamos exigir que os caminhoneiros fiquem de braços cruzados, nossas reivindicações são justas”, afirmou Lima.
De acordo com ele, a nova norma da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) gera concorrência desleal e prejudica motoristas autônomos, empresas de transporte e cooperativas de transporte de cargas.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Rio Grande do Sul (Setcergs), José Carlos Silvano, vê com apreensão a possibilidade de uma adesão maior na greve dos caminhoneiros autônomos, pois pode causar o desabastecimento em produtos essenciais para a população, como combustível, hortigranjeiros e perecíveis. “Eles não foram atendidos no pleito, por isso, intensificarão o movimento, justamente, nos dois últimos dias do mês, quando há um maior acréscimo de carga. Pode ocorrer o desabastecimento de 30 a 40%”, comentou.