A voluntária Tais Duranti Pereira informou que os animais sofrem com o ataque de cães ferozes e alguns são envenenados. “O nosso protesto tem o objetivo de chamar a atenção para os maus tratos e abandono dos animais”, comentou. Ela defendeu a proposta de que os locais onde os animais circulam no caso o setor administrativo do parque próximo a Ufrgs e ao Instituto de Educação General Flores da Cunha tenha o monitoramento de câmeras. “É uma medida para tentar coibir a violência contra os gatos evitar”, acrescentou.
A voluntária Célia Santos pediu que a prefeitura de Porto Alegre realize uma campanha educativa para conscientizar os frequentadores. Ela estima que 90 gatos vivam no entorno do Parque.